Celulares passam de R$ 30 mil em 2026; DRAM da IA encarece premium e cria joias milionárias no mundo
O mercado de smartphones premium entrou em 2026 com dobráveis passando de R$ 30 mil no Brasil, num salto que vai além de câmera e bateria. O fator que o material coloca no centro é a disputa por DRAM, memória “RAM” disputada por data centers de IA, que encarece o topo da prateleira e muda o que chega às lojas.
Na prática, o recado é direto: a vitrine ficou mais distante e, mesmo para quem vive de mobilidade — do motorista de app a quem depende do celular como “chave” de trabalho — o preço do aparelho virou parte do custo de rodar.
🚗 Por que isso importa para quem está na rua

No mundo automotivo, o celular deixou de ser “acessório”. Ele é o copiloto do trânsito, a tela do mapa, o comprovante do pedágio, o canal do seguro, o meio de pagamento, o painel do grupo de trabalho. Quando o segmento premium encarece, o efeito não fica preso ao desejo: ele respinga no hábito.
O material descreve que os aparelhos mais caros carregam muita memória para sustentar multitarefa, recursos de IA embarcada e processamento de imagem em tempo real. E é justamente esse “muito” — muita RAM — que fica mais caro quando a oferta de DRAM aperta.
🧠 A briga invisível: DRAM virou peça estratégica
A ideia central apresentada é simples de entender, embora dure de engolir: a demanda por infraestrutura de IA puxou grandes compras de DRAM para data centers. Com isso, fabricantes de memória passam a priorizar contratos mais rentáveis, reduzindo oferta para eletrônicos de consumo, incluindo smartphones.
É por esse caminho que o texto sustenta o “porquê” do salto: as melhorias que aparecem no anúncio existem, mas a alta de preço é descrita como movida por cadeia de suprimentos, não apenas pelo que o usuário percebe em dois minutos de vitrine.
Quando a memória vira gargalo, o celular premium vira um produto de nicho.
📱 Dobráveis: o topo nacional encostou em R$ 30 mil
O material coloca os dobráveis no centro do ranking brasileiro em 2026. Eles já são caros por engenharia — tela flexível e dobradiça — e, segundo o próprio recorte, concentram grandes volumes de memória e armazenamento, justamente os componentes mais pressionados pela escassez. A soma explica por que alguns modelos ultrapassam R$ 20 mil e chegam à faixa de R$ 30 mil.
💎 Lá fora, o “caro” vira joia e muda de planeta
No cenário global descrito, a régua não é tecnologia: é luxo extremo. O texto cita o Falcon Supernova iPhone 6 Pink Diamond como o mais caro, com valor de US$ 48,5 milhões, indicado como acima de R$ 270 milhões. Aparecem também iPhone 5 Black Diamond (US$ 15 milhões), iPhone 4S Elite Gold (US$ 9,4 milhões) e iPhone 4 Diamond Rose Edition (US$ 8 milhões), além do Goldvish Le Million (US$ 1 milhão). Nesse universo, smartphone é peça de coleção: o valor está no metal e na pedra.
📌 Tabela rápida: os números citados no material
| Categoria/Modelo citado | Valor indicado | Leitura do recorte |
|---|---|---|
| Dobráveis premium no Brasil em 2026 | acima de R$ 20 mil e casos perto/superior a R$ 30 mil | Alta associada à engenharia + pressão por DRAM |
| Huawei Mate X | em torno de R$ 33 mil | Caro por inovação, não por joalheria |
| Falcon Supernova iPhone 6 Pink Diamond | US$ 48,5 milhões (acima de R$ 270 milhões) | Luxo extremo e exclusividade |
| iPhone 5 Black Diamond | US$ 15 milhões | Personalização com gemas |
| iPhone 4S Elite Gold | US$ 9,4 milhões | Metal nobre como preço |
| iPhone 4 Diamond Rose Edition | US$ 8 milhões | Joia travestida de celular |
| Goldvish Le Million | US$ 1 milhão | Celular como peça de luxo |
| Caviar Galaxy S25 Ultra personalizado | mais de US$ 16 mil (cerca de R$ 90 mil) | Base convencional, valor nos materiais |
| Caviar iPhone 15 Pro Max Snowflake | até R$ 2,8 milhões | Preço guiado por exclusividade |
🧾 O detalhe que muda a compra: olhar para a memória
O texto amarra a discussão naquilo que o consumidor costuma ignorar quando está com o celular na mão e a parcela na cabeça: a memória. Em linguagem de contabilidade, é como um custo de insumo que muda o preço do produto final sem pedir licença ao desejo. Em linguagem de direito do consumidor, é o tipo de informação técnica que, quando aparece com clareza, permite decisão consciente, especialmente num mercado em que o premium vira vitrine e o comum absorve tecnologia depois.
Jornal Fala Regional: o material descreve que a instabilidade tende a continuar em 2026 enquanto a demanda por infraestrutura de IA seguir crescendo, e que a normalização depende de mais capacidade de produção de RAM ou de desaceleração nos investimentos em data centers.
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