Torta de Leite Ninho com uva domina as mesas e o truque do papel-toalha muda o corte na hora
Quem já levou torta gelada para almoço de família sabe o roteiro: todo mundo elogia a aparência, alguém pede a primeira fatia, e aí vem o momento da verdade. Se o recheio escorre, o prato vira uma bagunça silenciosa, e a pessoa que fez ainda finge que “é assim mesmo”. Aqui, o texto do Jornal Fala Regional vai no ponto que interessa: estrutura da base, ponto do creme e controle da umidade das uvas.
- Receita assinada pela Dona Vilma.
- Tempo informado de 40 minutos e rendimento de 8 porções em forma de 20 cm.
- Base estruturada a 200°C por cerca de 10 minutos antes da montagem.
- Creme mexido sem parar até engrossar e ficar liso e brilhante.
- Dica prática orienta secar as uvas em papel-toalha para reduzir umidade.
🧊 O que foi registrado (e por que isso importa)

A publicação organiza o preparo como se fosse um passo a passo de rotina, daqueles que não deixam espaço para improviso ansioso. O tempo informado é de 40 min, com rendimento de 8 porções, usando forma de fundo removível de 20 cm. A sobremesa não termina quando você “monta”: ela só vira torta de verdade depois de, no mínimo, 2 horas na geladeira, do jeito que o material descreve.
| Dado do preparo | Registro do Jornal Fala Regional |
|---|---|
| Publicação | 21/01/2026 às 17h00 |
| Atualização | 21/01/2026 às 18h08 |
| Tempo | 40 min (mais geladeira) |
| Rendimento | 8 porções |
| Forma | 20 cm fundo removível |
| Forno | 200°C por 10 min para estruturar |
| Geladeira | 2 horas ou mais |
🍪 A base que aguenta o tranco
O texto não romantiza: base é engenharia doméstica. A massa nasce de bolacha maisena triturada com água adicionada aos poucos, até virar uma liga úmida e modelável. Depois, vem o gesto que muda a história: pressionar bem no fundo e nas laterais e levar ao forno preaquecido a 200°C por cerca de 10 min, “apenas para estruturar”. É esse “apenas” que costuma faltar nas versões apressadas.
🥄 O creme: onde a pressa vira inimiga
A receita manda misturar fora do fogo — água, gemas, leite em pó, amido e açúcar demerara — até dissolver tudo. Só então entra o fogão, em fogo médio, mexendo sem parar até engrossar e ficar liso. O registro abre uma porta sem fazer promessa: o creme de leite é opcional, para quem quer textura mais sedosa, incorporado com delicadeza depois de desligar.
O ponto do creme é o que separa “sobremesa bonita” de “sobremesa que corta”.
🍇 A uva não pode mandar na torta
Aqui entra a dica de ouro do Jornal Fala Regional: secar as uvas rapidamente em papel-toalha antes de usar. Não é frescura. Uva úmida solta líquido, e líquido solto vira rachadura invisível: o creme perde firmeza, o topo escorrega, e a fatia sai “sem identidade”.
- Use uvas verdes sem sementes, cortadas ao meio.
- Seque antes de montar para reduzir água na superfície.
- Pressione levemente as frutas para ficarem parcialmente envolvidas no creme.
⏱️ O final que ninguém deve apressar
O creme ainda quente vai sobre a base já assada, as uvas entram por cima, e o leite em pó finaliza a superfície. Depois, geladeira por pelo menos 2 horas. Esse intervalo não é “tempo perdido”: é o que transforma camadas soltas em uma única peça. O registro também descreve a área de comentários com regra prática: mínimo de 4 palavras e sem links — e, no recorte apresentado, a avaliação aparece como “—/5” com 0 avaliações.
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