Mayk Leão, influenciador que flagrous os OVNIs no Paraná, disse: “Foi realmente muito bonito. Assustador e bonito”
Um influenciador da zona rural de Campo Largo afirma ter registrado luzes e sons incomuns antes de um suposto avistamento de OVNI. O caso viralizou e mobilizou especialistas.
Um episódio registrado na zona rural de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, transformou um influenciador digital paranaense em um dos assuntos mais comentados das redes sociais nos últimos dias. O caso envolve luzes observadas no céu, sons considerados incomuns pelo morador e a convicção dele de que presenciou algo fora dos padrões conhecidos.
Mayk Leão, de 31 anos, afirma que tudo começou no domingo, 31 de maio, quando percebeu um comportamento incomum entre os animais que mantém em sua propriedade rural. O influenciador vive sozinho em uma chácara localizada em uma área de mata e produz conteúdo sobre sua rotina com os animais resgatados.
Segundo o relato, a movimentação dos bichos chamou atenção ainda durante o dia. Ao verificar o que estava acontecendo, ele encontrou uma cerca elétrica derrubada próxima a uma área de mata e afirma ter ouvido sons que descreve como metálicos, acompanhados por estalos e ruídos difíceis de identificar.
Mais tarde, já ao anoitecer, o influenciador observou luzes piscando próximas a uma região de serra visível da propriedade. As imagens gravadas com um celular rapidamente passaram a circular nas redes sociais e deram origem a especulações sobre a possibilidade de um objeto voador não identificado.
Vídeos alcançaram milhões de visualizações
A repercussão foi imediata. Um dos vídeos publicados por Mayk ultrapassou a marca de dois milhões de visualizações e impulsionou o crescimento de seus perfis nas redes sociais.
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O influenciador relatou que, além das mensagens de apoio, recebeu relatos de pessoas que afirmam ter vivido experiências semelhantes em diferentes regiões do Brasil e do exterior. Também disse ter sido alvo de críticas, questionamentos e até ameaças após a divulgação do conteúdo.
Durante entrevistas, ele afirmou que continua convencido de que observou uma tecnologia desconhecida e descarta hipóteses levantadas por parte dos internautas, como drones ou uma ação promocional relacionada a produções cinematográficas.
FAB não identificou objetos desconhecidos
O caso chegou ao conhecimento da Força Aérea Brasileira. Em resposta sobre o episódio, a FAB informou, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, que nenhum objeto desconhecido foi detectado pelos radares de defesa aérea na data mencionada pelo influenciador.
Segundo o órgão, não houve registros de ocorrências reportadas por aeroportos da região e o controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade durante o período.
A informação não encerrou o debate nas redes sociais, mas passou a integrar a lista de elementos analisados por pessoas interessadas em compreender o que realmente aconteceu na região de Campo Largo.
Investigadores defendem análise técnica das imagens
A repercussão também despertou o interesse de pesquisadores que atuam na investigação de fenômenos aéreos anômalos. Entre eles está a equipe da MUFON Brasil, organização dedicada ao estudo de relatos e registros relacionados a objetos voadores não identificados.
Especialistas destacam que as imagens mostram um fenômeno luminoso, mas afirmam que qualquer conclusão exige uma análise detalhada do material original. Entre as hipóteses normalmente avaliadas estão aeronaves, fenômenos atmosféricos, efeitos ópticos e outras explicações convencionais.
Segundo os investigadores, a análise inclui a verificação dos arquivos sem edição, estudos do local onde as imagens foram captadas e cruzamento de informações meteorológicas e aeronáuticas.
Segundo o G1, Mayk afirmou que pretende registrar um boletim de ocorrência para formalizar o episódio e preservar um documento oficial sobre o caso. Enquanto isso, pesquisadores seguem buscando acesso ao material original e informações complementares para avaliar as circunstâncias do avistamento registrado na zona rural de Campo Largo.

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