Atum e sardinha resolvem a pressa sem tirar proteína do prato, mas a escolha muda conforme sódio, gordura e tipo de conserva.
A sardinha larga na frente em cálcio e ômega-3, porque costuma ir para a lata com espinhas e partes que preservam mais nutrientes.
Em 60 g drenados no óleo, a sardinha chega a cerca de 1.100 mg de ômega-3, ponto forte para ossos e controle inflamatório.
O atum costuma agradar quem quer menos gordura e calorias. Em várias versões, também aparece com menos sódio que a sardinha.
Água, óleo ou molho mudam tudo. Água pesa menos nas calorias, óleo guarda mais ômega-3 e molho pode trazer mais sódio.
No fim, o rótulo manda: menos sódio, lista curta e lata sem ferrugem ou estufamento valem mais que escolher no automático.