Lei do retrovisor em 2026: prazos do Contran e a troca que pode virar multa no CTB hoje mesmo
O Contran é a entidade central do tema “lei do retrovisor” e, no Brasil, o debate ganhou força em 2026 porque prazos escalonados começaram a aparecer na rotina de motoristas, oficinas e frotas; o registro foi publicado às 16:42 de 14/01/2026 e atualizado às 16:30 de 15/01/2026, apontando como consequência imediata a troca do espelho e o risco de enquadramento no CTB quando o equipamento fica ineficiente ou em desacordo.
- O registro descreve resolução do Contran vigente desde 01/06/2022.
- Veículos leves em produção entram no padrão a partir de 18/10/2024.
- Veículos pesados em produção entram no padrão a partir de 18/10/2025.
- Motos e similares têm marco em 01/01/2019 para produção ou importação.
- Transporte escolar tem marco em 01/01/2026 com anexos técnicos citados.
- O texto associa risco de autuação ao art. 230, IX e X, do CTB.
O material descreve que não houve uma lei criada em 2026, e sim uma resolução do Contran que padroniza requisitos técnicos para retrovisores e outros dispositivos de visão indireta, em vigor desde 01/06/2022, com a finalidade informada de reduzir pontos cegos e ampliar o campo de visão do condutor.

Na prática, o que o texto coloca no centro é a noção de padrão verificável: dimensões mínimas, curvatura adequada e instalação segura. A discussão sai do “tem ou não tem espelho” e entra no “cumpre ou não cumpre função”, especialmente quando a reposição é feita por opção de estética ou custo.
Para veículos leves, o registro fixa um marco que ajuda a explicar o barulho em 2026: automóveis, utilitários, camionetas e caminhonetes passam a ter a regra aplicada a todos os veículos em produção a partir de 18/10/2024, consolidando um ambiente em que peças originais e equivalentes tendem a seguir parâmetros mais consistentes.
Nos veículos pesados, o calendário citado aponta 18/10/2025 como início de aplicação para ônibus, micro-ônibus, caminhões, caminhões tratores e motor-casa, também para todos os veículos em produção. O texto coloca 2026 como o primeiro ano completo com esse enquadramento já funcionando no fluxo de produção.
A explicação para o retrovisor “virar assunto grande” em caminhões e ônibus aparece como registro de risco operacional: o problema não se limita a enxergar o que vem atrás, mas inclui pedestres, ciclistas, motos no corredor, faixa lateral e área frontal próxima ao para-choque, sobretudo em manobras de baixa velocidade.
No universo das motos e semelhantes, o material recorta 01/01/2019 como marco para motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos e quadriciclos, aplicável a modelos produzidos ou importados a partir dessa data. É também onde a troca por estilo aparece como ponto sensível, porque critérios como área refletora e formato ficam mais expostos ao olhar da fiscalização.
Em 2026, a mudança apontada como “real” no calendário se concentra no transporte coletivo de escolares: o registro menciona uma resolução específica e define 01/01/2026 como marco de um novo conjunto de anexos técnicos, com aplicação para veículos em produção e para veículos em circulação que não haviam sido abrangidos antes, tornando a cobrança mais objetiva.
A dúvida recorrente sobre o carro “antigo” surge no texto como recorte de interpretação prática: não há indicação de substituição automática apenas pela idade do veículo, mas a reposição se torna o ponto crítico quando não for possível manter as características originais, porque a troca por peça mínima, mal fixada ou fora do padrão pode comprometer a finalidade do equipamento.
No plano de tecnologia, o material descreve que câmeras e monitores podem substituir espelhos desde que haja comprovação técnica e aceitação no processo de homologação, distinguindo soluções aprovadas de kits genéricos instalados sem critério, inclusive por questões de desempenho e confiabilidade.
Na parte sancionatória, o registro aponta os incisos IX e X do art. 230 do CTB como enquadramentos associados ao descumprimento: rodar sem equipamento obrigatório ou com ele ineficiente, e rodar com equipamento obrigatório em desacordo com o estabelecido pelo Contran; no mesmo conjunto, lista sinais que elevam o risco de autuação e de travas em vistoria:
- Ausência, quebra ou fixação frouxa do retrovisor, com perda de eficiência.
- Substituição por modelo que reduz o campo de visão de forma perceptível.
- Alteração que compromete a função e descaracteriza o equipamento.
- Troca por peça muito pequena em motos, com baixa área refletora.
- Instalação sem padrão ao optar por soluções de câmera e monitor.
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