Cajamar reabre ponte Guaturinho em 55 horas, após esgoto romper e travar ligação Polvilho–Jordanésia
A ponte do Guaturinho, na Avenida José Marques Ribeiro, em Cajamar, voltou a receber veículos nos dois sentidos no fim da tarde de quinta-feira (6), por volta de 17h30, após uma obra emergencial iniciada depois do rompimento de uma rede de esgoto comprometer a base e o solo de sustentação da estrutura.
- Ponte do Guaturinho, na Avenida José Marques Ribeiro, foi reaberta na quinta (6) por volta de 17h30.
- Interdição começou na terça (4) após rompimento de tubulação de esgoto comprometer base e solo.
- Sabesp atuou nos reparos com acompanhamento da Defesa Civil e da Secretaria de Serviços Públicos.
- Obra prevista para cinco dias foi concluída em 55 horas, com reforço estrutural e concretagem.
- Foram usados cerca de 16 m³ de concreto e toneladas de rachões para estabilização e sustentação.
O trecho não é um detalhe urbano: ele funciona como uma rota de ligação entre Polvilho e Jordanésia, por onde circulam moradores, trabalhadores e transportadores que dependem de uma travessia direta para manter a rotina, cumprir horário e escoar deslocamentos entre áreas residenciais, comerciais e industriais.

Desde terça-feira (4), com a interdição, o caminho “óbvio” deixou de existir para quem cruza o bairro. O resultado apareceu no asfalto em forma de desvios, retorno forçado, ruas laterais recebendo mais veículos do que o habitual e um tempo de viagem que variava conforme o horário e a paciência do motorista.
O que motivou a intervenção, segundo as informações reunidas pelas equipes envolvidas, foi o rompimento de uma tubulação de esgoto, que atingiu a base e fragilizou o terreno sob a ponte. Em situações assim, o problema não está apenas na superfície: é o tipo de dano que exige parar para avaliar, estabilizar e recompor antes de permitir peso e vibração contínuos sobre a estrutura.
A Sabesp, responsável pelo sistema, acionou equipes técnicas e iniciou os reparos estruturais, com acompanhamento da Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. O trabalho foi conduzido com supervisão e checagens ao longo das etapas, até a liberação após inspeção técnica final.
A intervenção incluiu recuperação de base, reforço estrutural e concretagem para devolver condições seguras de circulação. Para reforçar a sustentação e reduzir risco de erosão, foram empregados cerca de 16 metros cúbicos de concreto e toneladas de rachões, materiais usados para estabilizar e dar suporte ao solo que teve a integridade afetada.
O cronograma também virou dado central do episódio: o serviço, inicialmente previsto para durar cinco dias, foi finalizado em 55 horas. Na prática, isso reduz a janela de interrupção de um corredor estratégico, com efeito direto no “custo de oportunidade” do deslocamento diário, especialmente para quem depende de rota fixa para trabalhar ou operar entregas.
Durante a execução, houve acompanhamento direto do prefeito Kauan, que visitou o local. Em declaração registrada durante o processo, ele afirmou que a via é importante para a mobilidade e que o acompanhamento ocorreu “até garantir a entrega com segurança”, destacando a reabertura em menos de 60 horas e a ponte reforçada para a população.
Com a liberação nos dois sentidos, o fluxo voltou a seguir a rota habitual entre os bairros. Motoristas que utilizam a via diariamente relataram redução de congestionamento e retomada do trajeto, enquanto a prefeitura informou que seguirá monitorando o local nas próximas semanas para observar a estabilidade após a correção.
A importância dessa travessia aparece no mapa e na vida prática, porque ela conecta diretamente pontos que concentram circulação cotidiana e atividade econômica:
- Polvilho.
- Jordanésia.
- Regiões de comércio local.
- Áreas residenciais e industriais próximas.
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