BBB 26 elimina Marcelo com 68,56% e muda o jogo no quinto Paredão
Marcelo foi eliminado do BBB 26 na noite de 17/02/2026 com 68,56% da média dos votos e deixou a casa mais vigiada do país sob forte rejeição popular, alterando alianças e abrindo uma nova configuração estratégica no quinto Paredão da temporada exibida pela TV Globo e pelo Globoplay. A saída do médico potiguar de 31 anos não apenas encerra uma trajetória marcada por embates internos, como redefine o equilíbrio entre grupos e impõe novas leituras sobre força de torcida e desgaste público.

- Marcelo foi eliminado do BBB 26 com 68,56% da média dos votos.
- A disputa incluiu Samira e Solange Couto, com percentuais abaixo de 17%.
- A rejeição foi alta tanto no Voto Único quanto no Voto Torcida.
- A dinâmica Bloco do Paredão influenciou diretamente a formação.
- A eliminação altera alianças e reorganiza forças internas na casa.
A votação colocou frente a frente Marcelo, Samira e Solange Couto. Enquanto ele concentrou a rejeição, as adversárias dividiram percentuais bem menores: 16,25% para Samira e 15,39% para Solange. O dado chama atenção porque revela uma decisão praticamente consolidada do público, sem margem para viradas dramáticas nas últimas horas.
| Emparedado | Média de Votos | Voto Único | Voto Torcida |
|---|---|---|---|
| Marcelo | 68,56% | 69,85% | 65,56% |
| Samira | 16,25% | – | – |
| Solange Couto | 15,39% | – | – |
Os números detalhados indicam que a rejeição atravessou perfis distintos de votação. No chamado Voto Único, Marcelo recebeu 69,85%. Já no Voto Torcida, marcou 65,56%. A diferença pequena entre as modalidades sugere que não houve apenas mobilização organizada contra ele, mas também rejeição individual consistente.
Natural de Currais Novos (RN), Marcelo entrou no reality após vencer a Casa de Vidro do Nordeste com 68,23% dos votos. Formado pela Universidade Cristã da Bolívia, contou ter deixado o Brasil para concluir a graduação e relatou ter trabalhado como modelo e vendedor de trufas para se manter no exterior. No confinamento, adotou postura firme em debates, mas acumulou atritos sucessivos que, ao longo das semanas, passaram a pesar na percepção do público.
A formação do quinto Paredão ocorreu dentro da dinâmica temática Bloco do Paredão, inspirada no Carnaval. O líder Jonas Sulzbach, no segundo reinado consecutivo, definiu a ordem das escolhas. A dinâmica distribuiu consequências a partir de acessórios simbólicos, o que ampliou o risco coletivo e tensionou alianças previamente estabelecidas.
Entre os principais movimentos da semana:
- Samira indicou participante ao VIP e enviou outro à Xepa ao escolher a máscara Duas Caras.
- Gabriela venceu a Prova do Anjo e imunizou Chaiany.
- Jonas Sulzbach indicou Marcelo diretamente ao Paredão.
- Jordana, Alberto Cowboy e Breno venceram a Prova Bate e Volta.
A soma desses fatores expôs uma casa fragmentada. Marcelo, que já vinha sendo apontado como figura central em conflitos, acabou isolado politicamente. O desgaste não se restringiu a embates pontuais; ele passou a ser visto como peça vulnerável dentro da própria articulação de grupo.
Para quem acompanha o programa, a eliminação com margem ampla não é apenas um resultado numérico. É sinalização clara de tendência. Em temporadas anteriores, rejeições acima de 60% costumam redefinir comportamento coletivo, reduzindo tolerância a estratégias repetitivas e discursos confrontacionais.
O jogo agora entra em fase mais delicada. Com menos participantes e grupos mais enxutos, cada liderança ganha peso ampliado. A saída de Marcelo reduz a dispersão do grupo adversário e pressiona antigos aliados a recalcularem rotas. O público demonstrou que está atento não apenas às provas, mas à coerência entre discurso e atitude.
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