Ele ia sair da prisão, mas morreu horas antes: o que aconteceu dentro do CDP de Jundiaí levanta suspeitas graves
Um detento de 39 anos morreu dentro do Centro de Detenção Provisória de Jundiaí no mesmo dia em que havia recebido autorização para deixar a prisão. O caso, registrado como morte suspeita, levanta dúvidas sobre as circunstâncias do ocorrido e mobiliza investigação da Polícia Civil.
A morte de um detento de 39 anos dentro do Centro de Detenção Provisória de Jundiaí, no interior de São Paulo, passou a ser investigada pela Polícia Civil após o caso ser registrado como morte suspeita. O episódio ocorreu na quinta-feira, dia 30, e chamou atenção pelo fato de o homem ter recebido autorização para liberdade no mesmo dia.
De acordo com o boletim de ocorrência, o detento foi encontrado caído dentro da cela por equipes da unidade prisional. Os agentes realizaram os primeiros socorros ainda no local e, em seguida, o encaminharam ao Hospital São Vicente de Paulo.
Atendimento e confirmação da morte
No hospital, a equipe médica confirmou o óbito logo após a chegada. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, onde será submetido a exames para determinar a causa da morte.
- Idade da vítima: 39 anos
- Data do caso: quinta-feira, 30 de abril de 2026
- Local: Centro de Detenção Provisória de Jundiaí
- Destino do corpo: Instituto Médico Legal
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o que teria provocado a morte. A investigação segue em andamento.
Liberdade concedida no mesmo dia
Segundo informações repassadas pela Secretaria de Administração Penitenciária, o detento havia recebido autorização para deixar a unidade no mesmo dia em que foi encontrado desacordado.
A coincidência entre a liberação e o óbito é um dos pontos considerados relevantes para a apuração dos fatos.
A Polícia Civil classificou o caso como morte suspeita e aguarda os resultados dos exames periciais para avançar na investigação.
Apuração em andamento
A Secretaria de Segurança Pública foi procurada para comentar o caso, mas não havia se manifestado até o momento da publicação das informações iniciais. A investigação depende agora dos laudos técnicos que serão produzidos pelo Instituto Médico Legal.
Segundo o G1, enquanto isso, não há detalhes adicionais sobre eventuais problemas de saúde anteriores, condições da cela ou possíveis circunstâncias que possam ter contribuído para o ocorrido.
A apuração segue aberta, e o resultado dos exames periciais deve orientar os próximos passos da investigação conduzida pela Polícia Civil.
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