Avião com André Mendonça, ministro do STF, tem problema em SP
O voo que saiu com atraso em São Paulo e chamou atenção ao envolver um ministro do Supremo Tribunal Federal expôs um procedimento comum na aviação comercial, mas pouco conhecido pelo público. A aeronave da Latam, que seguiria de Congonhas para Brasília, precisou passar por manutenção não programada antes da decolagem, o que provocou atraso superior a uma hora e levantou questionamentos sobre segurança e protocolos operacionais.
O voo que transportava o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, apresentou necessidade de manutenção antes da decolagem no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, na manhã desta terça-feira, 28 de abril de 2026. A aeronave, operada pela Latam Airlines Brasil, seguiu para Brasília com atraso após a realização dos ajustes técnicos considerados obrigatórios.
A decolagem ocorreu por volta das 9h, cerca de 1h30 após o horário inicialmente previsto. O pouso foi registrado na capital federal aproximadamente às 10h30, sem qualquer intercorrência durante o trajeto, conforme informado pela administração do aeroporto de Brasília.
Manutenção não programada atrasou operação
De acordo com a companhia aérea, a aeronave precisou passar por uma manutenção não programada antes de iniciar o voo LA3203, que faz a rota entre São Paulo e Brasília. O procedimento, segundo a empresa, faz parte dos protocolos de segurança exigidos por normas internacionais da aviação civil.
A empresa informou que o voo operou com total segurança após a realização dos ajustes técnicos necessários.
A Latam também destacou que ofereceu assistência aos passageiros durante o período de atraso, reforçando que decisões desse tipo são tomadas exclusivamente com base em critérios técnicos.
O que acontece em casos de manutenção antes do voo
Situações como essa fazem parte da rotina da aviação comercial. Antes de cada decolagem, aeronaves passam por inspeções que podem identificar necessidade de ajustes imediatos.
- Verificações de sistemas eletrônicos
- Checagem de motores e componentes hidráulicos
- Análise de sensores e instrumentos de navegação
- Testes operacionais obrigatórios
Caso qualquer irregularidade seja detectada, o avião só é liberado após correção completa, mesmo que isso implique atraso na operação.
Segundo o Correiobraziliense, a companhia aérea reforçou que segue protocolos rigorosos para garantir a integridade das operações, alinhados a padrões internacionais da aviação. A decisão de realizar manutenção antes da decolagem é considerada uma medida preventiva e obrigatória quando há qualquer indício técnico fora do padrão.
O episódio ocorreu em um dos aeroportos mais movimentados do país, onde a alta frequência de voos exige monitoramento constante das condições das aeronaves. Apesar do atraso, o voo seguiu normalmente após a liberação técnica, sem registro de problemas durante o percurso até Brasília, onde o pouso foi confirmado dentro das condições operacionais previstas.
Foto: Gustavo Moreno/STF.

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