Lula saiu satisfeito após encontro com Trump? Bastidores revelam o que Brasil negociou com os EUA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (9) que o Brasil pretende ampliar as relações com os Estados Unidos após a reunião realizada na Casa Branca com Donald Trump. O encontro tratou de comércio bilateral, negociações tarifárias, cooperação policial e combate ao crime organizado, além de temas ligados a minerais críticos e segurança nas fronteiras sul-americanas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (9) que o governo brasileiro pretende avançar nas negociações com os Estados Unidos após a reunião realizada na quinta-feira (7) com o presidente Donald Trump, em Washington. Segundo Lula, o encontro abriu espaço para discussões sobre comércio bilateral, tarifas, combate ao crime organizado e cooperação internacional.
Em publicação nas redes sociais, o presidente afirmou que pretende manter o diálogo com os americanos sem abrir mão da soberania nacional.
“Vamos seguir em tratativas para ampliar nossas parcerias, fortalecendo sempre o caminho do diálogo sem abrir mão de nossa soberania”, afirmou Lula.
A reunião contou com representantes das equipes dos dois governos e ocorreu em meio a uma nova rodada de aproximação diplomática entre Brasília e Washington. Segundo o presidente brasileiro, houve conversas sobre minerais críticos, relações comerciais e integração entre órgãos de segurança.
Combate ao crime organizado entrou na pauta
Além da agenda econômica, Lula destacou que parte da conversa com Trump foi dedicada ao enfrentamento do tráfico internacional de drogas e armas. Em outra publicação, feita no Instagram, o presidente afirmou que o Brasil já possui cooperação ativa entre aduanas e forças policiais.
Segundo Lula, o governo brasileiro apresentou aos americanos a estrutura criada em Manaus para integração entre polícias sul-americanas no combate ao crime organizado nas fronteiras.
“Temos uma extraordinária Polícia Federal e muita experiência no combate ao tráfico de drogas e de armas”, declarou o presidente.
O chefe do Executivo também afirmou que os Estados Unidos foram convidados a participar dessa articulação internacional.
- Discussões envolveram comércio bilateral e tarifas
- Brasil apresentou ações contra tráfico de drogas e armas
- Base em Manaus foi citada como centro de cooperação regional
- Minerais críticos também fizeram parte da conversa
- Lula disse que pretende manter diálogo sem abrir mão da soberania
Plano nacional contra facções será lançado
Nas declarações divulgadas neste sábado, Lula também mencionou um novo plano nacional voltado ao enfrentamento do crime organizado. Segundo ele, o governo pretende focar no enfraquecimento financeiro das facções criminosas.
O presidente afirmou que essa estratégia será apresentada oficialmente na próxima semana como parte de uma nova frente de atuação do governo federal.
Enquanto comentava o encontro com Trump, Lula declarou que saiu satisfeito da reunião e afirmou esperar avanços nas negociações iniciadas entre os dois países.
“Acho que o presidente Trump também ficou otimista e eu espero que as coisas comecem a avançar”, disse Lula após o encontro.
Segundo o Valor, o encontro ocorreu em Washington e reuniu integrantes dos dois governos em meio a discussões sobre comércio, segurança regional e cooperação internacional. O governo brasileiro informou que novas tratativas entre as equipes dos dois países devem continuar nos próximos dias.
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