Governo arrecada mais de R$ 10 bilhões em impostos em 01/01 e IVA Dual já entra em teste no Brasil em 2026
No Brasil, o governo federal teve a arrecadação de mais de R$ 10 bilhões em impostos registrada no dia 1º de janeiro de 2026, segundo o Impostômetro mantido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em uma data que também marca o início da transição da reforma tributária do consumo e o começo dos testes do IVA Dual.
- Impostômetro da ACSP registrou mais de R$ 10 bilhões em tributos no dia 01/01/2026.
- Publicação de 02/01/2026 às 10h33 relaciona o dado ao início do ano e à transição tributária.
- IVA Dual iniciou testes em 2026 com alíquota simbólica total de 1% (CBS 0,9% e IBS 0,1%).
- Tributos atuais seguem em paralelo; extinção gradual é indicada para começar em 2027.
- Emissão fiscal passa a exigir novos campos e destaque de CBS e IBS nos documentos.
- Erros de NCM ou CNAE são apontados como risco de rejeição de notas e travas no faturamento.
O Jornal Fala Regional traz registra que o número foi atribuído ao painel da ACSP e aparece em publicação datada de 02/01/2026, às 10h33, como referência do volume arrecadado apenas no primeiro dia do ano.

O Impostômetro é descrito como um painel mantido pela ACSP, usado para acompanhar a soma de tributos arrecadados, e o dado do dia 01/01 é apresentado como a marca que superou R$ 10 bilhões dentro do próprio calendário de virada.
Na mesma data, começou a operar, em fase de testes, o novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Dual, modelo vinculado à reforma tributária sobre o consumo aprovada pelo Congresso Nacional.
A Receita Federal classifica 2026 como “ano de testes”, mas o registro apresentado não trata a etapa como simulação: há movimentação financeira real e emissão de notas fiscais com novos campos, com efeitos na rotina de quem emite documentos fiscais.
Para 2026, foi indicada uma alíquota simbólica total de 1%, distribuída entre dois componentes:
- 0,9% de Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal.
- 0,1% de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), dividido entre estados e municípios.
O modelo também foi descrito com convivência de tributos, sem desligamento imediato do sistema atual. No recorte apresentado, a reorganização é indicada assim:
- PIS, Cofins e IPI darão origem à CBS.
- ICMS e ISS serão substituídos pelo IBS.
A retirada gradual dos cinco impostos atuais citados é indicada como etapa que começa apenas em 2027, mantendo 2026 como período de transição com regimes em paralelo e adaptação de processos.
Sobre o efeito no bolso, o Jornal Fala Regional registra a indicação atribuída à Receita Federal de que o valor pago em CBS e IBS em 2026 será compensado com o que já é recolhido de PIS e Cofins, sem apontar aumento efetivo de carga tributária neste ano.
Na operação diária, a exigência descrita recai sobre sistemas e emissão de notas: CBS e IBS devem ser destacados nos documentos com preenchimento de novos campos obrigatórios; erros de NCM ou CNAE podem causar rejeição de notas, recolhimento incorreto e até paralisação do faturamento.
Leia mais em São Paulo
Tarifa metrô e trens da Grande SP sobe para R$ 5,40 em 6/1; governo diz custos e promete reinvestir.
Últimas novidades



















