Filipa, um conto de terror

Com Shirley Danziger – Advogada, Cabeleireira e uma Maestrina na Arte da Fantasia, Suspense e Contos.

Entretenimento
Publicado em 31/08/2023
Filipa, um conto de terror

Sobre a autora:

Nascida em São Paulo e criada por sua avó, Dona Benícia, traz consigo a tradição da escrita e poesia. Apesar de sua vida multifacetada como mãe, advogada e empreendedora, sua paixão pela escrita a conduziu para o universo da literatura. Com uma saga que cresce a cada página, como “O Senhor do Tempo“, Shirley cativa leitores e nos convida a explorar um mundo mágico e real ao mesmo tempo.

Sinopse

O que é ser rodeada por todas as espécies de monstros, e por todos os dias de sua vida?
Haveria uma real solução para Filipa?
Se livraria dos demônios que a perceguiam dês de o seu nascimento?
Se livraria enfim das crises de pânico causadas por tal perseguição?
Conheça Filipa, e confira você mesmo.

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Conto

Filipa nasceu com um dom, sua avó disse isso do dia que ela nasceu até o dia em que ela própria Pompeia partira desse plano.

-Algo muito, mas muito poderoso tem contigo minha pequena, tão poderoso a que todo mal não suporta nem nunca terá espaço nesse nem em qualquer outra vida poderá suportar.

Mesmo no leito de morte não ousou dizer as referidas palavras à neta. As mesmas à que ouvira por toda sua longa vida de apenas 15 anos de vida.

A moça não sabia mais brigar ou lastimar a vida que com ardor suportava. Eram manhãs intermináveis à sofrer com as sobrenaturais presenças que à atormentava. Nunca disse à ninguém a respeito. Quando tentou, foi chamada de louca pela própria mãe. A única que realmente à compreendia era dona Pompeia. Tentava falar de seu pavor de ter de conviver com todos aqueles demônios à sua volta o tempo todo, mas a nada ingênua avó só fazia mesmo era encorajar a pobre garota.
E o fez assim por toda sua vida, sempre encorajou sua preferida.

Um dia pouco antes de amanhecer, o sol ainda lutava pra desbravar da escuridão da ainda madrugadinha, sentiu, bem do seu lado, o lado esquerdo o respirar do Ninfus. Era o demônio líder da pequena potestade das que haviam sido enviados para o tormento de Filipa.

Ninfus bafejou bem defronte de sua face, havia um forte tom de curiosidade em seu olhar naquela noite quase dia.
Não à tocou. Não podia, e sabia disso.

Ordens são para serem seguidas, sabia da dor do castigo se ousasse fazer Algo de sua própria conta, flamejou dor eterna a última vez que ameaçou tocar em uma das preferidas. Se ousasse sem dúvidas seria sucumbido.
Mas o ódio transcorria lhe às vistas, se fosse possível contemplar o ódio, a inveja e as maldições, teriam todos aquela exata face.

Haviam rugas e larvas que viviam dentro delas, alimentavam se do seu odor fétido e do fulgor da maldade que lhe exalava cada vez que respirava.

Filipa sentiu o incômodo, geralmente iniciavam se com o odor.

O mal cheiro sentia já de longe a pobre garota, há muito havia desistido de gritar e chamar pelos pais, cansara se na verdade daquela rotina de psicólogos e terapias, às vezes até intervenções medicamentosas.

Despertou com o bafejar de ninfus.
Estremeceu, mas controlou se.

Foi entendendo com o tempo que ninfus assim como os outros não a tocariam . Nunca soube o motivo, bem verdade, mas já era algo à se agarrar , para então seguir sua nada nobre vida de garota de quase 16.

Eles estavam por toda a parte.

E cada dia mais assustadores, tenebrosos a ponto de Filipa paralisar de tanto medo.
Na escola era seu maior tormento, onde teria que reagir como que se monstros não existissem.

A vida de Filipa seguia guiada, e arrastada por monstros, fica um tanto que evidente o quanto de dor carrega quem tem uma vida cercada por monstros.

Nada nunca foi bom de verdade, nada nunca seguiu o rumo que deveria seguir, como a vida de uma menina daquela idade deveria seguir.

Havia caos em toda a parte, por onde Filipa passava o caos estava lá, parecia já ter nascido no próprio caos.
Por onde passava havia dor, por onde passava exalava dor.

Horas assustada com os monstros, que apesar de não toca lá, à limitava à própria vida, hora assustada com todo o caos que a cercava.

Nunca mais se lembrou das palavras ditas pela avó.
As de que algo grandioso e tremendamente forte havia com ela.

Foi um dia em que fora terrivelmente atormentada pelo monstro dos sonhos, à esse Filipa só via em sonhos, morte era o seu nome, o pior depois de ninfus, a atacava sempre durante o sono. Era covarde um tanto, o tal monstro.

Sonhou de um sonho de que era pequena e frágil.

– Vês que fora abandonada e esquecida? Vês que fora deixada a própria sorte, como quem se deixa para morrer a beira de uma estrada donde não havia vida, apenas a sua própria? A pior das mais frágeis vida.

E seguiu sua fala, o monstro dos sonhos, a morte:
– Se quer deverias ter nascido com vida, pois já és o próprio caos em vida. – em sua vida nunca se quer houve vida.

Disse e sorria a dizer lhe enquanto babava em cima dela sua saliva ácida que só em encostar já era possível que se lhe cortasse a pele, desviava da saliva que era grudenta fétida e extremamente ácida, mas impossível lhe era desviar das palavras, as mais puras e genuinamente verdadeiras palavras, ao menos as eram ao olhar de uma doce menina, aquela a que só tinha conhecido o caos.

Reputo por fácil dominar sendo um monstro, à uma pequena a qual já nascera em meio à monstros.

E seguia dizendo lhe a morte:
– O porque ainda vives? O caos veio para ti, és tu o centro do caos o caos talvez tenha já sido criado em ti. – sigas a olhar a sua volta, segues repletas e transbordante mesmo é de toda falta do que sequer nunca sonhou em ter. Vamos! Abram se te os olhos! Teus olhos..Tens Esses nefastos e sem o brilho de viver, nascentes morta! Abram te Vamos! Esses teus nefastos olhos sem vida e veja quem agora te contempla, é a própria morte!

E repetir ainda não era o suficiente para o tão terrível monstro da morte, seguiu com sua fala, que parecia adentrar num lugar tão profundo da alma de Filipa que sequer ainda sabia da sua existência.
– Tens a fartura do pleno nada! És repleta e transbordante do maior dos vazios. Suja, feia, sem vida, sem brilho. Esta és tu. Sem nome, um ninguém.

Despertou com outra crise, daquelas de acordar os pais, agora só o pai, pois a mãe se foi, viver, pois disse não viver ali. Se ali seguisse a viver.

Mas não despertou o pai. Resolveu à toda força a tentar aquietar se. Procurou primeiro o ar para que voltasse normalmente aos pulmões, já jogada ao chão respirou e recompôs se, bem, ao menos se é que seria mesmo possível recompor-se.

Foi quando alí, ainda lançada ao chão e firmemente atracada aos joelhos, a jovem garota, de só 50 quilos, olhos da cor de maduras jabuticabas, cabelos sempre raspados, se achava aquela a qual a beleza nunca sequer lhe sorriria,

Ali, sentindo se infinitamente menor do que já em seu habituais dias, algo lhe veio à mente, depois de muito chorar, e claro que sem grandes alardes pois não poderia correr o terrível risco de assim despertar o pai, na certa o pronto socorro seria o destino de pai e filha se isso ocorresse. Foi quando de repente, Pôs se a pensar o óbvio.
Mas não em voz audível, apenas consigo mesma foi capaz de dialogar consigo naquele instante. Não abriu os olhos pois sabia quem, e quais dos monstros seus olhos iriam fitar.

Mas pensou; se tanto tentam me destruir deve ter um motivo, e sim, um bom motivo.
Lembrou se de imediato da quase eterna narrativa da avozinha Pompeia.

Disse novamente a sí, mas é lógico! Se querem meu fim! Evidente que devo ser importante! Se esses monstros são assim tão terrivelmente assustadores evidente também que minha importância em nada tem a ver com algo ínfimo, sim! É isso!

Em uma guerra, os soldados ou armas são compatíveis com o tamanho e a dimensão da guerra! E se a mim me vieram atormentar evidente também que sou pra eles uma grande guerra! Tão grande como todos eles!

Mas disse a si as tais descobertas, e pela primeira vez disse alto e em bom tom:
– Monstros infernais! demônios malditos! Fui alertada e dês de o meu nascimento de que algo grande lindo e imensurável havia em mim, eu nunca entendi, se algo bom vivia em mim, o porquê eu era sempre rodeada de monstros, assim tão terríveis como vocês! Mas era exatamente isso! E por isso todo o caos! Era mais fácil me dominar no caos, e eu com mais facilidade acreditei no caos do que em uma promessa boa que havia em mim.

Olha malditos demônios! Agora eu entendo! Entendo que assim como vocês que me acompanharam a vida inteira, dês de o dia em que nasci algo imenso e poderoso também nasceu comigo!
E eu? Eu só nunca tinha parado pra me olhar, olhar pra dentro de mim, e ver de todo bem que fui formado, e que o grande e maior motivo de vocês me aterrorizarem era exatamente o que eu sempre negligenciei em mim.

Eu mesma, a minha vida.

A medida em que Filipa fora pronunciando cada palavra as faces dos monstros foram se desmontando, a certeza de que tinham todo domínio sobre a pobre vida da jovem esvaiu-se.

Os monstros nunca foram embora, mas nunca mais puseram medo algum sobre Filipa.

Tiveram de vê-la desfazer todo o caos que a anos à acompanhava, e aos que não podia desfazer, seguia leve, e de coração limpo, achando se sempre satisfeita de que dera o melhor de si, e sempre tendo a certeza de que apesar de rodeada por monstros seguia sua vida sendo quem exatamente nasceu para ser.

Partiu, já farta de dias, quase 90, olhou para os monstros que nunca envelheceram, não tinham essa dádiva, e que passaram todos os anos de vida em que vivera Filipa vendo a viver toda a vida que a ela lhe foi reservada, e viveu com um brilhantismo daqueles de se achar louvável.

Ouso dizer ser este o pior dos castigos que tiveram os monstros, ver bem de perto toda a vida de que viveu Filipa.
E partiu Filipa, mas não sem antes olhar pra dentro de si e agradecer por ter lembrado se das boas palavras ditas por sua avozinha, nos seus quase 16.

E Antes de espirar voltou seu rosto aos monstros, e sorriu, um sorriso um tanto irônico e disse, eu venci monstros inúteis, pois o que há em mim é infinitamente maior.

Releitura

Filipa nasceu com um dom, conforme sua avó afirmou desde o dia de seu nascimento até o momento em que Pompeia, sua avó, deixou este plano.

“Alguma coisa incrivelmente poderosa está dentro de você, minha pequena. Tão poderosa que nenhum mal suporta e jamais encontrará espaço em sua vida ou em qualquer outra.”

Mesmo em seu leito de morte, Pompeia não ousou repetir essas palavras para sua neta. Ela as ouviu durante toda a sua vida curta de apenas 15 anos.

A jovem não sabia mais como lutar contra ou lamentar a vida que suportava com fervor. As manhãs pareciam intermináveis, cheias de tormentas sobrenaturais que a assombravam. Ela nunca compartilhou essas experiências com ninguém. Quando tentou, sua própria mãe a chamou de louca. A única que realmente a compreendia era dona Pompeia. Filipa tentava falar sobre seu medo constante de conviver com todos esses demônios ao seu redor, mas a avó, nada ingênua, a encorajava a enfrentar o desafio.
E ela continuou a fazê-lo durante toda a sua vida, sempre encorajando sua favorita.

Em um dia pouco antes do amanhecer, quando o sol ainda lutava para vencer a escuridão da madrugada, ela sentiu a respiração do Ninfus ao seu lado, no lado esquerdo. Era o líder dos demônios que a atormentavam. O Ninfus respirou perto do seu rosto, uma curiosidade intensa em seu olhar naquela quase manhã.
Ele não a tocou, não podia, sabia disso.
Ordens eram ordens, sabia das terríveis consequências se ele ousasse fazer algo por conta própria. Ele já havia sentido a dor eterna do castigo por tocar uma de suas preferidas. Qualquer ato impulsivo resultaria em sua própria destruição.
Mas o ódio queimava em seus olhos. Se o ódio pudesse ter uma forma, certamente assumiria a forma dele. Rugas e larvas habitavam seu olhar, alimentando-se do odor pútrido e da malícia que exalava a cada respiração.

Filipa sentiu o desconforto, normalmente começava com um odor. O mau cheiro era perceptível à distância, um lembrete constante de sua presença. Havia muito tempo que ela havia desistido de gritar e chamar seus pais. Ela estava cansada da rotina de terapeutas, psicólogos e tratamentos medicamentosos. Às vezes, até intervenções eram necessárias.

Ela despertou com o sopro do Ninfus.
Estremeceu, mas manteve-se sob controle.
Com o tempo, ela entendeu que os demônios, assim como o Ninfus, não a tocariam. Ela não sabia o motivo, mas era algo em que ela podia se segurar, algo que a ajudava a enfrentar sua vida de garota prestes a completar 16 anos.
Eles estavam por toda parte.
Eles eram cada vez mais assustadores, terríveis a ponto de paralisar Filipa de medo.

Na escola, o tormento era pior. Lá, ela tinha que fingir que os monstros não existiam.
A vida de Filipa era guiada e atormentada por monstros. Era evidente o quão doloroso era carregar uma vida cercada por monstros.

Nada era genuinamente bom. Nada seguia o curso que deveria seguir na vida de uma garota daquela idade.
O caos reinava em todos os lugares por onde Filipa passava. Onde quer que ela fosse, havia dor. Por onde ela passava, exalava dor.

Às vezes assustada com os monstros, que apesar de não tocá-la, limitavam sua vida, às vezes assustada com o caos que a cercava.

As palavras da avó jamais voltaram à memória.
Aquelas palavras sobre algo grandioso e tremendamente forte dentro dela.

Um dia, pouco antes do amanhecer, ainda na penumbra da madrugada, um pensamento veio à mente dela. Um pensamento óbvio. Um pensamento que ela dirigiu a si mesma, pois não podia correr o risco de acordar seu pai e ser levada ao pronto-socorro. O pensamento era simples e revelador: “Se eles estão me atormentando tanto, deve haver um motivo. E se estão fazendo isso, deve ser por algo muito importante.”

Lembrou-se da narrativa interminável da avozinha Pompeia. E então, as descobertas vieram uma após a outra, e pela primeira vez ela as expressou em voz alta:

Monstros infernais! Demônios malditos! Fui alertada desde o meu nascimento de que algo grandioso e incrível estava dentro de mim. Eu nunca entendi, pois se algo bom estava em mim, por que sempre fui cercada por monstros tão terríveis quanto vocês? Mas agora entendi! Assim como vocês me acompanharam a vida toda, desde o dia em que nasci, algo grandioso e poderoso também nasceu comigo. E vocês tentam me destruir porque têm medo do que eu posso me tornar! Eu finalmente entendo que, assim como vocês que me atormentaram, algo imenso e poderoso também está dentro de mim. E o que há em mim é infinitamente maior do que vocês!
Enquanto Filipa pronunciava cada palavra, as faces dos monstros se contorciam. A certeza de que tinham controle absoluto sobre ela desapareceu.

Os monstros não partiram, mas nunca mais conseguiram aterrorizá-la. Tiveram que assistir enquanto Filipa desmantelava o caos que a cercava havia tanto tempo. E mesmo com as coisas que ela não pôde mudar, ela seguia leve e com o coração puro, satisfeita por ter dado o melhor de si. Mesmo cercada por monstros, ela continuou sendo quem nasceu para ser.

Quando chegou o momento, aos quase 90 anos, Filipa olhou para os monstros, que nunca envelheceram, pois não tinham essa dádiva, e viu os anos de vida que ela viveu. Ela partiu com a certeza de que tinha vencido os monstros inúteis, pois o que havia dentro dela era infinitamente maior.

A última coisa que ela fez foi olhar para dentro de si mesma, lembrar das palavras da avó e sorrir, com um sorriso irônico e de triunfo.

Shirley Danziger - Livro Senhor do Tempo
Shirley Danziger – Livro Senhor do Tempo

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