Quando a onda de frio vai embora? Climatempo revela data da virada no tempo no Sudeste
A onda de frio que atingiu o centro-sul do Brasil deve perder força a partir de quarta-feira, 13, segundo previsão do Climatempo.
A primeira grande onda de frio de 2026 no Brasil já tem data para começar a enfraquecer, mas o alívio não será imediato em todas as regiões. Segundo previsão do Climatempo, a massa de ar polar que derrubou as temperaturas no centro-sul do país desde o último fim de semana deve perder intensidade a partir da tarde de quarta-feira, 13, quando o núcleo mais forte do sistema começa a avançar para o oceano.
Até lá, estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e parte da Região Norte ainda devem enfrentar madrugadas geladas, com temperaturas próximas ou abaixo de 0°C em áreas serranas e cidades do interior.
O avanço do ar polar começou entre sexta-feira, 8, e sábado, 9, impulsionado por uma massa de origem continental. Esse tipo de sistema costuma provocar resfriamento mais intenso porque atravessa o interior da América do Sul antes de alcançar o território brasileiro, espalhando o frio por uma área mais ampla e mantendo as temperaturas baixas durante vários dias.
Quando o frio começa a diminuir
A previsão aponta mudança gradual a partir de quarta-feira, especialmente durante as tardes. O deslocamento do ar polar para o oceano deve abrir espaço para recuperação mais rápida das temperaturas no centro-sul do país.
Mesmo assim, o frio ainda deve persistir em algumas áreas durante as madrugadas seguintes, principalmente em regiões de altitude, vales e cidades afastadas dos grandes centros urbanos.
Em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, por exemplo, o Climatempo prevê manhãs frias entre os dias 13 e 14 de maio, embora as temperaturas máximas já comecem a subir no período da tarde.
Região Sul concentra temperaturas mais baixas
O Sul segue como a área mais afetada pela onda de frio. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná continuam sob influência intensa da massa polar, com previsão de geada forte até quarta-feira.
Em cidades serranas e áreas rurais, os termômetros podem registrar marcas negativas durante as primeiras horas da manhã.
- Rio Grande do Sul com risco de geada intensa em diferentes regiões
- Santa Catarina com temperaturas abaixo de 0°C em áreas elevadas
- Paraná com madrugadas geladas no interior e no sul do estado
A combinação entre céu limpo, vento fraco e ar seco favorece queda mais brusca da temperatura durante a noite e no amanhecer.
São Paulo e Sudeste ainda terão madrugadas frias
Em São Paulo, o período mais intenso do frio deve continuar até terça-feira, 12. A Grande São Paulo e cidades do interior registram madrugadas próximas de 10°C, enquanto áreas mais afastadas podem ter temperaturas ainda menores.
Segundo a Veja, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, o ar polar avança principalmente entre os dias 11 e 12, provocando queda acentuada nas temperaturas em regiões como:
- Sul de Minas
- Zona da Mata
- Grande Belo Horizonte
- Grande Rio
- Região Serrana fluminense
As tardes começam a ficar mais agradáveis a partir de quarta-feira, mas o amanhecer ainda deve continuar frio em cidades de altitude.
Centro-Oeste e Norte também sentem impacto
A massa de ar polar avançou além do centro-sul e provocou friagem em estados da Região Norte. Acre, Rondônia e sul do Amazonas registraram queda significativa de temperatura nos últimos dias.
No Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul aparece entre os estados com maior risco de geada, principalmente no sul do território. Mato Grosso e Goiás também registraram forte redução das temperaturas.
| Região | Situação prevista |
|---|---|
| Sul | Geada e temperaturas abaixo de 0°C até quarta-feira |
| Sudeste | Frio intenso até terça e tardes mais amenas a partir de quarta |
| Centro-Oeste | Queda acentuada de temperatura até 12 de maio |
| Norte | Friagem no Acre e Rondônia até 13 de maio |
No Acre, o frio deve persistir até quarta-feira, 13, com elevação mais clara das temperaturas prevista apenas a partir de quinta-feira, 14. Em Rondônia, a recuperação térmica deve ocorrer de forma mais rápida após a saída do núcleo mais intenso da massa polar.
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