Trem Intercidades SP–Campinas vira prioridade e libera captação bilionária; Caieiras entra no traçado
Em 12 de janeiro de 2026, o Jornal Fala Regional registra que o Ministério das Cidades incluiu o Trem Intercidades (TIC) Eixo Norte, ligação São Paulo–Campinas, na lista federal de projetos prioritários; a medida, publicada no Diário Oficial da União no fim de 2025 e registrada às 15h29 de 2 de janeiro de 2026, permite à concessionária buscar financiamentos com incentivos fiscais para viabilizar o início das obras.
- Ministério das Cidades incluiu o TIC Eixo Norte como projeto prioritário no fim de 2025.
- Publicação no Diário Oficial da União habilita captação com incentivos fiscais.
- Orçamento citado é de cerca de R$ 15,2 bilhões.
- Projeto reúne modernização da Linha 7–Rubi, implantação do TIM e operação do TIC.
- Cidades mencionadas incluem Caieiras, Franco da Rocha, Francisco Morato, Jundiaí e Louveira.
A classificação como projeto prioritário, conforme o registro, é apresentada como a chave administrativa que autoriza a estruturação de captação em grande porte com benefícios fiscais, conectando a etapa regulatória ao desenho financeiro do empreendimento.

O orçamento informado é de cerca de R$ 15,2 bilhões, valor que aparece como referência do projeto e como base para a composição dos investimentos ao longo do corredor ferroviário entre a capital e Campinas.
No escopo descrito, o plano foi organizado em três frentes que se complementam na operação: modernização da Linha 7–Rubi, implantação do Trem Inter Metropolitano (TIM) e operação do Trem Intercidades (TIC), na modalidade de serviço expresso.
A Linha 7–Rubi é citada como eixo de modernização dentro do pacote, conectando o trecho já utilizado por passageiros ao conjunto de intervenções planejadas para suportar a operação regional e o serviço entre metrópoles.
O traçado mencionado atende diretamente Caieiras, Franco da Rocha e Francisco Morato, além de Jundiaí e Louveira, delineando um corredor em que a mesma infraestrutura passa a concentrar deslocamentos locais, metropolitanos e intermunicipais.
Entre as intervenções listadas estão a compra de novos trens, a implantação de sistemas modernos de sinalização e a revitalização de estações ao longo do percurso, medidas apresentadas como componentes do pacote estrutural do projeto.
O cronograma informado fixa maio de 2026 como marco de início das obras e setembro de 2031 como estimativa de conclusão, estabelecendo um horizonte temporal para a execução do conjunto de entregas previsto no plano.
Na engenharia de financiamento registrada, R$ 7,86 bilhões do total aparecem vinculados à emissão de debêntures incentivadas, modalidade descrita como instrumento com benefícios fiscais aos investidores para sustentar a captação.
A concessão está atribuída à TIC Trens S.A., empresa formada pela Comporte Participações, com 54% do capital, e pela fabricante chinesa CRRC, com 46%, composição societária apontada como parte do arranjo institucional do empreendimento.
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