Marília Mendonça detonou o termo “feminejo”, bateu de frente com o mercado e mudou tudo

Antes vista apenas como compositora de bastidor, Marília Mendonça virou o jogo do sertanejo ao cantar o que vivia e denunciar o machismo sem militância explícita. Rejeitou o termo “feminejo”, bateu de frente com gravadoras e radialistas, e deu voz a uma geração que hoje domina rankings e prêmios. Seu legado é visceral, direto e sem rótulos, abrindo espaço onde antes só cabiam os homens.
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