A recuperação do ex-presidente Jair Bolsonaro avançou nas primeiras horas após os procedimentos cirúrgicos realizados em 01/05/2026, no Hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo. A atualização mais recente indica que ele já não depende de suporte de oxigênio e conseguiu ingerir alimentos pastosos, um dos primeiros sinais observados pela equipe médica no pós-operatório imediato.
A informação foi divulgada por Michelle Bolsonaro, que acompanha a internação. Segundo o relato, a ingestão de sopa representa um marco no processo de recuperação digestiva, especialmente em pacientes submetidos a intervenções no sistema gastrointestinal.
Durante a internação, Bolsonaro passou por duas cirurgias consideradas complementares dentro do quadro clínico apresentado. Os procedimentos foram planejados para tratar sintomas recorrentes que vinham sendo relatados nos últimos meses.
A combinação dessas intervenções busca reduzir episódios de desconforto abdominal e melhorar a qualidade respiratória, pontos que vinham sendo monitorados de forma contínua pela equipe médica.
Desde o atentado ocorrido em 2018, em Juiz de Fora, Bolsonaro passou por cerca de dez procedimentos cirúrgicos, a maioria relacionada ao sistema digestivo. As lesões provocadas na ocasião geraram complicações que exigem acompanhamento frequente.
A presença de aderências intestinais e episódios de obstrução tornam o monitoramento constante parte da rotina clínica do ex-presidente.
Esse histórico influencia diretamente na condução do tratamento atual, que segue protocolos específicos para evitar intercorrências no pós-operatório.
A introdução de dieta pastosa, como a ingestão de sopa relatada, é considerada etapa inicial no retorno da função digestiva após cirurgias abdominais. O processo ocorre de forma gradual para reduzir riscos.
A equipe médica mantém acompanhamento contínuo para avaliar sinais de adaptação do organismo e possíveis reações adversas.
Apesar da evolução descrita como positiva, ainda não há definição sobre a saída do hospital. Em casos semelhantes, o período de observação varia entre três e cinco dias, podendo ser ajustado conforme a resposta clínica do paciente.
Segundo o Ndmais, a agenda pública de Bolsonaro permanece suspensa, e não há confirmação sobre retomada de compromissos. A equipe médica segue realizando avaliações diárias enquanto novos boletins são aguardados ao longo dos próximos dias.