O Omoda 4 foi desenvolvido com foco em um público mais jovem e aposta em uma linguagem visual menos convencional. A carroceria adota linhas retas e marcadas, com diversos vincos ao longo da estrutura, enquanto o conjunto óptico dianteiro é dividido em quatro elementos distintos.
Na traseira, as lanternas horizontais utilizam iluminação em LED com assinatura visual própria, reforçando a proposta de identidade mais marcante em relação aos concorrentes diretos.
O interior segue a tendência observada em modelos recentes de origem chinesa, com ambiente minimalista e alta digitalização. O painel de instrumentos é totalmente digital, enquanto a central multimídia concentra praticamente todas as funções do veículo.
Na versão Ultra, há um botão destacado no console central para seleção dos modos de condução, com inspiração em comandos utilizados por veículos de alto desempenho. A proposta elimina botões físicos tradicionais e prioriza a interação por tela.
A Chery confirmou que o Omoda 4 terá diferentes opções de motorização, incluindo versões elétrica, híbrida e a combustão, dependendo do mercado. No Brasil, a expectativa é de adoção do sistema híbrido pleno já utilizado no Omoda 5.
O conjunto combina motor 1.5 turbo a gasolina com unidade elétrica, entregando potência combinada de 224 cv e torque de 30 kgfm. No mercado internacional, a versão Ultra híbrida apresentada registra 204 cv e 31,6 kgfm.
O modelo acelera de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos e atinge velocidade máxima de 179 km/h
O desempenho coloca o SUV à frente de concorrentes diretos em aceleração, com números superiores aos registrados por modelos esportivos do mesmo segmento.
Embora a lista completa de equipamentos não tenha sido detalhada, a marca indica que o modelo seguirá padrão já adotado em outros veículos, com ampla oferta de tecnologias de assistência à condução.
A proposta é posicionar o Omoda 4 como uma alternativa tecnológica dentro do segmento, combinando desempenho e recursos de segurança em um pacote competitivo.
O lançamento do Omoda 4 faz parte de uma estratégia mais ampla da marca para consolidar presença em mercados internacionais, com foco em modelos híbridos e eletrificados. A expectativa é que o SUV atue como peça-chave na expansão global da empresa.
No Brasil, a chegada prevista para 2026 ocorre em um cenário de crescimento da demanda por veículos híbridos, especialmente entre consumidores que buscam eficiência energética sem depender de infraestrutura de recarga elétrica.
A definição final de versões, equipamentos e posicionamento comercial ainda está em andamento, enquanto a marca avança na adaptação do modelo às exigências do mercado brasileiro, revelou a Itatiaia.