Médica de alma, barrada por 17 segundos: vídeo tira vaga de aluna cotista em universidade federal

Ela perdeu o pai, largou o emprego, viajou 500 km e começou o curso dos sonhos. Mas bastaram 17 segundos para que a universidade decidisse que Samille não era parda o suficiente para seguir na Medicina. Um vídeo com fundo branco, sem contato humano, apagou notas, horário, identidade e trajetória. Agora, ela refaz o caminho com o rosto baixo, mas com o propósito de provar que sua cor não é opinião – é história.
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