A cidade de Santana de Parnaíba ampliou os alertas contra queimadas urbanas e incêndios em áreas de vegetação durante o período de clima seco. A campanha divulgada pela administração municipal destaca que provocar fogo em terrenos, lixo ou matas configura crime ambiental previsto na legislação brasileira.
Segundo o material divulgado pela cidade, queimadas colocam vidas em risco, afetam a qualidade do ar, provocam danos ambientais e podem gerar consequências graves para moradores próximos às áreas atingidas.
A campanha também reforça que grande parte dos incêndios poderia ser evitada com medidas simples de prevenção e conscientização da população.
De acordo com a divulgação da cidade, mais de 90% das queimadas são evitáveis. A orientação é para que moradores não coloquem fogo em terrenos baldios, resíduos domésticos ou áreas com vegetação seca.
Durante os períodos de baixa umidade, o risco de propagação rápida das chamas aumenta e pode atingir residências, áreas ambientais e regiões urbanas próximas.
A campanha lembra que queimadas são consideradas crime ambiental conforme o artigo 41 da Lei Federal 9.605/98.
Além dos impactos ambientais, a fumaça gerada pelos incêndios também costuma agravar problemas respiratórios, principalmente entre idosos, crianças e pessoas com doenças pulmonares.
A campanha divulgada em Santana de Parnaíba também orienta moradores a denunciarem imediatamente qualquer foco de incêndio ou situação suspeita envolvendo queimadas.
A orientação é para que os órgãos de emergência sejam acionados rapidamente em casos de fumaça intensa, fogo em vegetação, terrenos urbanos ou áreas próximas a residências.
As campanhas contra queimadas costumam ser intensificadas nesta época do ano devido à redução das chuvas e ao aumento do risco de incêndios em áreas urbanas e ambientais.
Em cidades da Grande São Paulo e interior paulista, períodos de estiagem costumam elevar o número de ocorrências ligadas a fogo em terrenos baldios, matas e descarte irregular de resíduos.
Santana de Parnaíba informou que a conscientização da população segue sendo uma das principais estratégias para reduzir incêndios e evitar danos ambientais durante os meses mais secos do ano.