Juiz da 1ª Vara de Mairiporã repreende testemunha por suposto riso em audiência virtual; laudo aponta condição facial permanente

Uma audiência criminal por videoconferência na 1ª Vara de Mairiporã, na Grande São Paulo, terminou em constrangimento e abriu discussão nacional sobre postura judicial e interpretação de expressões faciais. O juiz Cristiano Cesar Ceolin repreendeu uma testemunha ao interpretar como deboche uma condição física permanente que a impede de fechar completamente a boca.
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