UFRJ perde patente internacional da polilaminina após 27 anos de pesquisa e corte de verbas ameaça futuro de tratamento para lesão medular

Estamos falando de uma pesquisa conduzida por 27 anos na Universidade Federal do Rio de Janeiro, uma das maiores instituições científicas do país. A pesquisadora Tatiana Sampaio trabalha com um composto derivado da laminina — proteína presente na matriz extracelular, que é basicamente o “andaime biológico” que sustenta nossas células. A tal da polilaminina é uma forma polimerizada dessa proteína, ou seja, moléculas menores unidas para formar uma estrutura maior e mais estável.
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