Um novo lote de ressarcimento do antigo fundo PIS/Pasep começou a ser pago em 27 de abril de 2026 para trabalhadores que solicitaram o saque até 31 de março. Os valores correspondem a cotas acumuladas entre 1971 e 1988 e podem beneficiar tanto titulares quanto herdeiros legais.
Os recursos fazem parte de um fundo extinto, cujas cotas foram transferidas ao Tesouro Nacional após passarem pelo FGTS. O pagamento atual ocorre conforme calendário definido pelo governo e depende de solicitação prévia.
Recebem nesta etapa os trabalhadores que formalizaram o pedido até 31/03/2026 e tiveram a solicitação validada. Quem fizer o pedido até 30/04/2026 entra no próximo lote, com pagamento previsto para 25/05/2026.
O valor médio liberado é de R$ 2,8 mil por pessoa, corrigido pela inflação. O montante final varia conforme tempo de serviço e remuneração da época.
A verificação pode ser feita por meio da plataforma Repis Cidadão ou pelo aplicativo do FGTS. O acesso exige conta Gov.br nos níveis prata ou ouro.
O sistema indica automaticamente se há valores disponíveis e orienta as etapas para saque.
A consulta exige CPF, senha do Gov.br e número do NIS, que corresponde ao PIS.
O número do NIS possui 11 dígitos e pode ser localizado em diferentes canais oficiais. Ele é essencial para consulta e solicitação do ressarcimento.
O pedido pode ser feito diretamente pelo aplicativo FGTS ou em uma agência da Caixa. No app, o usuário deve acessar a opção Mais e selecionar Ressarcimento PIS/Pasep.
Para titulares, é necessário documento de identificação oficial. Para herdeiros, a exigência inclui comprovação legal do direito ao saque.
O fundo foi criado para formar uma poupança individual de trabalhadores do setor privado e servidores públicos. Em 1988, o modelo foi substituído pelo abono salarial atual.
| Período de funcionamento | 1971 a 1988 |
| Destino das cotas | FGTS em 2020 |
| Transferência final | Tesouro Nacional em 2023 |
Os valores podem ser solicitados até setembro de 2028. Após esse prazo, o saldo será incorporado definitivamente ao Tesouro Nacional, sem possibilidade de retirada.
O pagamento ocorre após análise do pedido, com prazo médio de até 30 dias para liberação, e é feito diretamente em conta da Caixa ou por poupança social digital.
O calendário segue em execução ao longo de 2026, com novos pagamentos programados mensalmente conforme as solicitações continuam sendo registradas.
Foto: José Cruz/Agência Brasil.