Uva fresca x passa: diferença de água, fibras, calorias e açúcar

No prato e no copo, a uva cumpre funções diferentes conforme a variedade: de mesa, vinífera ou desidratada. Enumeramos Itália, Rubi, Thompson sem semente e Niagara rosada no consumo in natura; cita Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay e Pinot Noir na vinificação; e detalha a passa como fruta concentrada. Também organiza nutrientes (C, K, complexo B, potássio, fibras e resveratrol) e usos em sucos, sobremesas, pratos salgados e fermentados com atenção ao doce
Publicado em Curiosidades dia 21/01/2026 por Alan Corrêa

Em 21/01/2026, às 13:23, o Jornal Fala Regional registra a publicação do artigo Uva: a fruta milenar que une sabor, saúde e tradição ao redor do mundo, com atualização registrada às 00:52 do mesmo dia; o texto reúne, em recorte utilitário, tipos mais consumidos, nutrientes citados, formas de uso culinário e o papel cultural da fruta em diferentes regiões.

Pontos Principais:

  • O Jornal Fala Regional registra publicação em 21/01/2026 às 13:23 e atualização às 00:52.
  • O texto aponta registros históricos de consumo de uva há mais de 6 mil anos no Oriente Médio e Mediterrâneo.
  • Separamos uvas de mesa (Itália, Rubi, Thompson, Niagara rosada) e viníferas (Cabernet, Merlot, Chardonnay, Pinot Noir).
  • Entre nutrientes citados estão vitaminas C, K e complexo B, potássio, fibras e resveratrol na casca de uvas escuras.
  • O comparativo indica que a uva passa concentra açúcares e calorias e, por isso, o consumo é descrito como moderado.

Situamos a uva como uma das frutas mais antigas cultivadas pela humanidade e aponta registros históricos de consumo há mais de 6 mil anos, com ênfase em regiões do Oriente Médio e do Mediterrâneo, descrevendo a expansão do cultivo ao longo do tempo e sua centralidade na alimentação, na economia e em tradições festivas.

Ao tratar do consumo in natura, o texto separa uvas de mesa e lista variedades referidas como comuns pela combinação de tamanho, textura e dulçor:

Na vinificação, apontamos uvas viníferas usadas na produção de vinhos e espumantes, com menção a casca mais espessa e maior concentração de compostos; aparecem como exemplos Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay e Pinot Noir, e o texto diferencia mesa e viníferas pela composição química, citando teor de açúcar, acidez e taninos como parâmetros.

O artigo também descreve a uva passa como resultado de desidratação, destacando a concentração de açúcares naturais, fibras e minerais, e registra seu uso recorrente em receitas doces, preparações salgadas e períodos festivos, com atenção ao fato de ser uma forma mais concentrada da fruta.

Na parte nutricional, o texto enumera vitamina C, vitamina K, vitaminas do complexo B, potássio e fibras como componentes mencionados, organizando a informação por função declarada (imunidade, coagulação, metabolismo energético, equilíbrio de pressão arterial e funcionamento intestinal), em linguagem de leitura rápida.

Entre os compostos destacados, o resveratrol se localiza principalmente na casca de uvas roxas e pretas, além de referir flavonoides como parte do conjunto associado à ação antioxidante, sempre no plano descritivo do que é mencionado como mais estudado no contexto do alimento.

No eixo de benefícios, o texto registra associações descritas com saúde do coração, circulação e colesterol LDL, além de proteção das artérias, e também menciona a dimensão cognitiva ao referir que antioxidantes podem auxiliar na proteção de funções cognitivas e na saúde cerebral ao longo do envelhecimento.

Na comparação entre uva fresca e uva passa, apresentamos um quadro de características: mais água na fruta fresca, menos água na passa, açúcar moderado versus concentrado, fibras boas versus mais elevadas, calorias menores versus mais altas, e antioxidantes presentes versus concentrados; o texto orienta a leitura prática ao dizer que a uva fresca é indicada para hidratação e consumo diário, enquanto a passa pede moderação.

No capítulo de uso cotidiano, o artigo descreve consumo in natura, sucos naturais (com possibilidade de preparo com a casca), sobremesas, aplicações em pratos salgados e bebidas fermentadas, e fecha o recorte cultural citando fertilidade e abundância na Antiguidade, o vinho na tradição cristã, e festas de colheita e vindima, com referência a Jundiaí, Bento Gonçalves e Caxias do Sul como cidades que celebram a fruta.