Tarifa metrô e trens da Grande SP sobe para R$ 5,40 em 6/1; governo diz custos e promete reinvestir.

Na virada do ano, a rotina de quem depende dos trilhos ganha novo custo: a tarifa básica sobe 20 centavos e entra em vigor em 6 de janeiro. O governo estadual aponta a escalada de despesas operacionais — energia, manutenção, infraestrutura e folha — e afirma que o reajuste ficou abaixo de indicadores de inflação citados no período. A gestão registra manutenção das gratuidades e promete reinvestir a receita extra em modernização e expansão, com sete obras em curso e R$ 57 bilhões mencionados
Publicado em São Paulo dia 7/01/2026 por Alan Corrêa

A redação do Jornal Fala Regional anotou que a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) informou o reajuste da tarifa básica do sistema metroferroviário da Região Metropolitana de São Paulo, de R$ 5,20 para R$ 5,40, com vigência a partir de 6 de janeiro de 2026, sob a justificativa de análise de despesas operacionais e com referência a eficiência, segurança e qualidade do serviço.

Pontos Principais:

  • Tarifa básica do sistema metroferroviário passa de R$ 5,20 para R$ 5,40.
  • Início da nova tarifa foi fixado para 6 de janeiro de 2026.
  • Reajuste informado é de 3,85%, com comparação a índices de inflação citados.
  • Governo registrou manutenção de todas as gratuidades atualmente vigentes.
  • Justificativa apresentada inclui alta de despesas operacionais como energia e manutenção.
  • Administração afirmou reinvestimento integral da receita extra e citou sete obras e R$ 57 bilhões.

A atualização atinge o conjunto de modais sobre trilhos abrangidos pela tarifa básica mencionada no comunicado: metrô, trens da CPTM e linhas operadas pela Viamobilidade, compondo o sistema metroferroviário utilizado diariamente por passageiros da Grande São Paulo.

No texto registrado, a elevação do valor unitário é apresentada como passagem de R$ 5,20 para R$ 5,40, diferença de R$ 0,20 por embarque na cobrança básica, com início fixado para a terça-feira, 6 de janeiro de 2026.

O percentual informado para o reajuste é de 3,85%, com comparação, no mesmo contexto, a indicadores de inflação citados: IPC-Fipe estimado em 4,46% e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, apontado como 4,5% até o mês de novembro, na medição de 12 meses.

A gestão estadual também registrou, de forma expressa, que todas as gratuidades atualmente vigentes seriam mantidas no ano, conforme a comunicação associada ao reajuste.

Para fundamentar a atualização tarifária, a administração afirmou que a definição ocorreu após análise das despesas operacionais do sistema, apontadas como em crescimento contínuo, premissa apresentada como base para a decisão de reajuste.

Entre os itens de custo mencionados como relevantes para a operação, o texto listou energia, manutenção da frota, infraestrutura e folha de pagamento, rubricas que, em linguagem contábil, se conectam ao desempenho do OPEX do sistema.

A finalidade indicada para a medida, segundo o registro, foi “garantir a eficiência, a segurança e a qualidade do serviço prestado à população”, em formulação que coloca o reajuste como instrumento de sustentação operacional do serviço.

Ainda de acordo com a administração, a arrecadação adicional decorrente da elevação do valor seria integralmente reinvestida em projetos de modernização e expansão da infraestrutura de mobilidade, com indicação de destinação vinculada.

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No mesmo recorte, o governo mencionou a existência de sete obras em andamento no sistema de transporte, com investimento total informado de R$ 57 bilhões, dado apresentado como parte do panorama de expansão e atualização do conjunto metroferroviário.