Quadrinhos brasileiros deixaram de ser “gibi” e viraram ferramenta educacional nas escolas e bibliotecas

A “virada” dos quadrinhos brasileiros, de leitura tratada como distração para recurso reconhecido em sala de aula, tem menos mistério do que parece. Ela é fruto de três forças trabalhando juntas: a potência cognitiva da linguagem visual, a institucionalização no currículo e nos programas de compra de livros, e um ecossistema cultural que passou a premiar, estudar e circular HQ como literatura de verdade — não como “primo barulhento” do livro.
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