ProUni 2026.1 abre inscrições em 26/01/2026 no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior e coloca 594.519 bolsas em jogo até 29/01. Para quem tem a nota do Enem em mãos, o efeito é imediato: o calendário já está definido, com 1ª chamada em 03/02, 2ª chamada em 02/03 e lista de espera em março, e a disputa passa a depender do curso, do município e das notas de corte.
No Jornal Fala Regional, a apuração parte do que está registrado no material: com a nota do Enem 2025 disponível desde 16/01/2026, o candidato sai da ansiedade abstrata e entra na etapa concreta — a de escolher onde concorrer. E, nesse momento, o programa não premia improviso: quem entende as regras cedo costuma ganhar tempo depois, quando chegam as chamadas e os prazos de comprovação viram rotina.
O ProUni do primeiro semestre de 2026 abre em uma janela curta: de 26 a 29 de janeiro. A consulta de bolsas por curso, turno, instituição e município aparece como ferramenta central dentro do sistema, justamente porque o volume total anunciado não significa facilidade automática — ele só amplia o mapa de possibilidades.
No mesmo recorte de calendário, o material também registra o Sisu 2026 com inscrições de 19/01 a 23/01. A sequência é direta: uma etapa termina, a outra começa, e o candidato que deixa tudo para “ver depois” costuma descobrir tarde que o relógio não negocia.
O total informado é de 594.519 bolsas, com duas portas de entrada bem diferentes no impacto financeiro.
No ranking citado de maior volume, aparecem Administração e Ciências Contábeis. E, na distribuição por tipo de formação, o material aponta concentração em bacharelados, cursos tecnológicos e licenciaturas.
Item Regra/Dado registrado Inscrições 26/01 a 29/01/2026 Total de bolsas 594.519 Integrais 274.819 (cobertura 100%) Parciais 319.700 (cobertura 50%) Nota mínima Média 450 e redação não zerada Renda per capita Até 1,5 SM (integral) e até 3 SM (parcial) Chamadas 03/02 e 02/03/2026 Lista de espera Interesse 25–26/03; resultado 31/03/2026O material lista os perfis que podem disputar: quem fez ensino médio em escola pública; quem estudou em escola privada como bolsista; quem concluiu todo o ensino médio em escola privada, desde que cumpra os critérios de renda; pessoas com deficiência; e professores da rede pública, em regras específicas.
Na parte do Enem, os requisitos também vêm com travas claras: ter feito o Enem 2024 ou o Enem 2025, ter média mínima de 450 pontos e não ter zerado a redação, além de ter concluído o ensino médio. É o tipo de regra que não abre espaço para interpretação emocional: cumpre, entra; não cumpre, fica fora.
A renda familiar bruta mensal por pessoa aparece como critério objetivo. Para bolsa integral, o teto informado é de até 1,5 salário mínimo. Para bolsa parcial, até 3 salários mínimos. Na prática, é aqui que muita expectativa esbarra na realidade documental: não é só ter nota — é estar dentro do enquadramento.
Quando o sistema abre, a disputa não é só por vaga; é por timing, critério e encaixe entre nota, renda e município.
O material aponta a edição 2026.1 como destaque pelo volume: 594.519 bolsas, acima do que foi divulgado para 2025.1 (338.444) e 2024.1 (406.428). Também há menção a estudos que indicariam mais de 651 mil bolsas em 2024 somando integrais e parciais no ano, reforçando que a oferta pode variar por semestre e por edição.
E é justamente aí que entra o detalhe que muda a vida de verdade: o número total cresce, mas a decisão continua sendo individual, feita dentro de um formulário, com curso, turno e cidade escolhidos sob pressão de prazo.