A Melhoramentos realiza a colheita de madeira em sua fazenda Florestal, em Caieiras, e afirma que a área será reflorestada após o manejo. A empresa informa que a operação segue padrões do FSC e destaca dados de preservação e remoção de carbono registrados entre 2019 e 2021.
No mapa mental de quem vive e dirige pela região — Caieiras, Cajamar, Bragança Paulista — notícia florestal não é um assunto “de longe”. Ela atravessa o cotidiano em forma de paisagem, economia e fluxo: a madeira que sai de áreas plantadas vira uma cadeia inteira de produtos que você vê no supermercado, no armário e até no kit de higiene do carro. O ponto central, aqui, é o que a empresa diz estar fazendo agora: colher e replantar dentro de um ciclo controlado, amparado por certificação, com números para sustentar a narrativa.
A companhia, de capital aberto e com negócios no setor editorial, em base florestal renovável e no segmento imobiliário, afirma que a colheita ocorre dentro de um plano de manejo florestal em sua propriedade no município. A etapa seguinte, segundo a empresa, é o reflorestamento, acompanhado por especialistas, com a promessa de que em cerca de seis meses já seja possível ver árvores com cerca de 2 metros de altura. O ciclo previsto até uma nova colheita do eucalipto é de aproximadamente 7 anos.
A Melhoramentos informa que o manejo segue padrões do FSC (Forest Stewardship Council) e diz manter a certificação desde 2011, sob o código FSC-C102403. Na prática, o que a empresa está colocando na mesa é um compromisso público: gestão responsável e uso racional das florestas, buscando equilibrar dimensões econômicas, sociais e ambientais.
Fato-chave: a empresa diz ter certificação FSC desde 2011 (licença FSC-C102403).
No recorte apresentado pela companhia, a preservação aparece como argumento central. A Melhoramentos afirma manter 79 milhões de m² de áreas dedicadas à preservação, o que representaria mais de 50% dos 148 milhões de m² de suas propriedades. Essas áreas, segundo o texto, ficam ao redor de São Paulo — Caieiras, Cajamar e Bragança Paulista — e no Sul de Minas, em Camanducaia. Ainda de acordo com a empresa, dentro do total de áreas nativas, 37,4 milhões de m² são classificados como FAVC (Florestas de Alto Valor de Conservação).
Dado Informação divulgada Certificação FSC desde 2011 (licença FSC-C102403) Áreas totais 148 milhões de m² Preservação 79 milhões de m² (mais de 50%) Áreas nativas em FAVC 37,4 milhões de m² Carbono (2019–2021) remoção de 37.025 tCO2eA empresa sustenta que suas florestas contribuem para a remoção de carbono da atmosfera e aponta um número específico: entre 2019 e 2021, a remoção teria alcançado 37.025 tCO2e. Na mesma mensagem, afirma que removeu mais que o dobro do que teria emitido em suas operações no período. É o tipo de informação que, para o leitor comum, funciona como um “placar” ambiental: não resolve o debate sozinho, mas dá medida e permite cobrança pública.
O texto divulgado também puxa o assunto para o cotidiano: com base em dados atribuídos à Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), a empresa lembra que, a partir do plantio de espécies como eucalipto e pinus, se origina a celulose, usada na fabricação de mais de 5.000 itens. É aqui que o tema deixa de ser “só floresta” e vira indústria, consumo, logística e, sim, estrada.
A Melhoramentos informa que disponibiliza contato para dúvidas e sugestões pelo telefone (11) 4442-7080 e pelo e-mail ouvidoria@melhoramentos.com.br .