No Brasil, o governo federal teve a arrecadação de mais de R$ 10 bilhões em impostos registrada no dia 1º de janeiro de 2026, segundo o Impostômetro mantido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em uma data que também marca o início da transição da reforma tributária do consumo e o começo dos testes do IVA Dual.
O Jornal Fala Regional traz registra que o número foi atribuído ao painel da ACSP e aparece em publicação datada de 02/01/2026, às 10h33, como referência do volume arrecadado apenas no primeiro dia do ano.
Na mesma data, começou a operar, em fase de testes, o novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Dual, modelo vinculado à reforma tributária sobre o consumo aprovada pelo Congresso Nacional.
A Receita Federal classifica 2026 como “ano de testes”, mas o registro apresentado não trata a etapa como simulação: há movimentação financeira real e emissão de notas fiscais com novos campos, com efeitos na rotina de quem emite documentos fiscais.
Para 2026, foi indicada uma alíquota simbólica total de 1%, distribuída entre dois componentes:
O modelo também foi descrito com convivência de tributos, sem desligamento imediato do sistema atual. No recorte apresentado, a reorganização é indicada assim:
A retirada gradual dos cinco impostos atuais citados é indicada como etapa que começa apenas em 2027, mantendo 2026 como período de transição com regimes em paralelo e adaptação de processos.
Sobre o efeito no bolso, o Jornal Fala Regional registra a indicação atribuída à Receita Federal de que o valor pago em CBS e IBS em 2026 será compensado com o que já é recolhido de PIS e Cofins, sem apontar aumento efetivo de carga tributária neste ano.
Na operação diária, a exigência descrita recai sobre sistemas e emissão de notas: CBS e IBS devem ser destacados nos documentos com preenchimento de novos campos obrigatórios; erros de NCM ou CNAE podem causar rejeição de notas, recolhimento incorreto e até paralisação do faturamento.