Franco da Rocha amanheceu marcada por um crime violento após um pintor ser encontrado morto com um tiro em uma cachoeira da cidade, na Grande São Paulo.
A vítima é Wellington, 38 anos, profissional da construção civil que trabalhava em uma obra nos dias anteriores ao crime. O corpo foi localizado em uma área de mata, de difícil acesso, o que atrasou o resgate e reforçou a suspeita de tentativa de ocultação. A morte foi confirmada no início da noite de 02/01/2026, segundo informações repassadas à família.
Relatos de parentes ajudam a dar contorno humano ao caso. Dias antes de desaparecer, Wellington ligou para a mãe em um telefonema que causou estranhamento. Durante a conversa, ela ouviu barulhos de discussão ao fundo. O pintor já havia comentado que o ambiente da obra onde atuava era tenso e desorganizado, com conflitos frequentes entre os trabalhadores.
Próximo ao local onde o corpo foi encontrado, a polícia recolheu objetos pessoais, entre eles uma bermuda e chinelos com marcas de sangue. Esses itens foram encaminhados para análise e devem ajudar a reconstituir os últimos momentos da vítima. A perícia apontou que a causa da morte foi um disparo de arma de fogo e encontrou indícios de que o corpo tenha sido arrastado pela vegetação após o tiro.
Até agora, não há suspeitos identificados nem confirmação sobre a motivação do crime. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que tenta cruzar depoimentos de familiares, colegas de trabalho e moradores da região. Para quem convivia com Wellington, fica a imagem de um homem dedicado ao trabalho e surpreendido por uma violência ainda sem resposta clara.
Crime sem solução até agora