ComunicaBR: portal da Presidência detalha ações federais nos 5.570 municípios e no Cimbaju, em 2026

No ComunicaBR, a lógica é simples: transformar Brasília em dado municipal. A SECOM-PR atualizou o portal em 12/01/2026 para exibir investimentos, programas e políticas por cidade, com estatísticas e recortes temáticos. No Cimbaju, o painel evidencia o peso populacional de Morato (171,5 mil) e Franco (150,2 mil) e o bloco Caieiras/Cajamar/Mairiporã perto de 98 mil. A promessa é transparência e rastreio de verbas, inclusive em pautas de raça e gênero. Interface renovada mira boatos e ruídos no ar.
Publicado em São Paulo dia 14/01/2026 por Alan Corrêa

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM-PR) registrou, na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026 (sem horário informado), o lançamento da nova versão do portal ComunicaBR, plataforma online que concentra informações sobre investimentos, políticas públicas e programas federais, com consulta por município, incluindo as cidades da região do Cimbaju, com a finalidade declarada de ampliar transparência e facilitar o acompanhamento social.

Pontos Principais:

  • SECOM-PR registrou o lançamento da nova versão do portal ComunicaBR em 12/01/2026, sem horário informado.
  • Plataforma reúne investimentos, políticas públicas e programas federais com consulta por município.
  • Material indica cobertura para os 5.570 municípios do país, incluindo as cidades do Cimbaju.
  • Recorte populacional informado aponta Morato (171,5 mil) e Franco (150,2 mil) na liderança regional.
  • Caieiras (98,5 mil), Cajamar (98,4 mil) e Mairiporã (97,8 mil) formam bloco populacional próximo de 98 mil.

A plataforma foi apresentada como um acesso direto a dados sobre ações do Governo do Brasil nos 5.570 municípios, com a promessa operacional de permitir que o cidadão navegue por recortes territoriais e verifique a presença de iniciativas federais no próprio município, a partir de informações estruturadas.

Na descrição divulgada, a atualização veio acompanhada de interface modernizada e navegação indicada como mais intuitiva, com disponibilização de dados técnicos e estatísticos atualizados; no mesmo pacote discursivo, o ComunicaBR foi enquadrado como mecanismo de enfrentamento à desinformação por meio de evidências organizadas.

O redesenho também foi associado à possibilidade de observar o impacto de verbas e ações federais de forma proporcional ao porte do município, uma lógica que, na prática, se ancora em parâmetros populacionais usados em planejamento, alocação e priorização de políticas públicas.

No recorte do Cimbaju informado no material, Francisco Morato aparece como a cidade mais populosa, com 171,5 mil pessoas, seguida por Franco da Rocha, com 150,2 mil habitantes, números apresentados como referência para dimensionamento do território e leitura de capacidade e demanda local.

Em seguida, o texto registra um bloco de municípios com variação estreita: Caieiras, com 98,5 mil; Cajamar, com 98,4 mil; e Mairiporã, com 97,8 mil, conjunto citado como parte do alcance das políticas federais em infraestrutura e proteção social, dentro da lógica de acompanhamento municipalizado.

Para quem pretende usar a ferramenta de modo utilitário, o desenho anunciado aponta para um roteiro simples: selecionar o município, escolher o tema e acompanhar como investimentos, políticas e programas aparecem vinculados ao território, com apoio de estatísticas que funcionam como trilha de auditoria informacional para o controle social.

As áreas estratégicas mencionadas como foco do acompanhamento incluem saúde, educação, segurança alimentar e proteção social, com a sinalização de que a navegação por temas permitiria ao usuário enxergar a presença de ações federais por eixo, sem depender de sínteses genéricas.

O material também registra que o ComunicaBR dá visibilidade a agendas de igualdade racial e de gênero, com recortes por município, elemento inserido na mesma lógica de transparência ativa, em que o dado público é apresentado como base para acompanhamento e verificação.

Na formulação divulgada, a plataforma foi descrita como um caminho para que cada munícipe verifique como recursos são aplicados “no quintal de sua casa”, reafirmando o compromisso declarado com gestão integrada e alinhada às necessidades locais, a partir do mapa municipalizado das ações federais.