O Cata-Treco começa a circular por Caieiras entre 02/02 e 05/02, com recolhimento programado nos bairros Portal das Laranjeiras, Residencial Sítio Caieiras, Parque Industrial Auracarea, Jd. Novos Rumos, Jd. Nova Era e Jd. Esperança, para retirar móveis velhos, colchões, eletrônicos e outros itens volumosos que costumam parar na calçada ou no fundo do quintal quando a vida aperta e o tempo falta.
Quem mora nessas ruas sabe como esse tipo de coleta muda o “clima” do bairro em poucos dias: some o amontoado improvisado do portão, diminui o risco de descarte irregular na esquina e volta a aparecer o que estava escondido sob camadas de “depois eu vejo”. É o tipo de serviço que parece simples, mas que, quando falha, vira uma novela urbana — e quando acontece, vira oportunidade de colocar a casa em dia sem depender de carona, frete ou favores.
A programação divulgada concentra os dois setores no mesmo intervalo, de 02/02 a 05/02. Na prática, é a semana em que muita gente vai reconhecer o barulho do caminhão chegando e correr pra “salvar” o que ainda estava na garagem.
O serviço atende dois setores com o mesmo período de coleta: 02/02 a 05/02, com variações possíveis por causa de chuva.
O que dá “cara de cidade cuidada” não é só asfalto e iluminação — é também a rotina funcionando sem empurrar o problema para o próximo terreno vazio. Em bairros onde a calçada vira extensão do quintal por necessidade, o Cata-Treco entra como uma espécie de “mutirão silencioso” que evita que o entulho vire paisagem.
O recado é direto: o caminhão recolhe o que é grande, pesado e difícil de sumir sem ajuda. Nessa lista, entram móveis velhos, colchões, eletrônicos, eletrodomésticos e madeiras. A cena é conhecida: guarda-roupa desmontado encostado no muro, TV antiga que ninguém quer, geladeira que parou de funcionar e ficou “só por enquanto” na área.
A atenção maior recai sobre entulho de obra, porque é aí que o improviso vira risco. A orientação é que materiais como azulejos, pedras, tijolos, telhas, argamassa, vidros, metais e madeiras sejam colocados em sacos bem fechados. Não é frescura: saco aberto vira poeira na rua, vidro exposto vira acidente, e a coleta vira um quebra-cabeça perigoso para quem trabalha e para quem passa.
A diferença entre “organizar a calçada” e “espalhar sujeira na rua” está no detalhe que muita gente ignora quando está cansada: fechar o saco direito, separar o que corta, não misturar restos soltos. Em dia de vento ou chuva, o que estava “só um pouquinho aberto” vira rastro pela via inteira. E, quando isso acontece, o bairro perde duas vezes: primeiro, porque suja; depois, porque dá munição para quem critica o serviço e empurra a solução para nunca.
A programação pode sofrer alterações por causa do tempo chuvoso. Na prática, isso significa que deixar tudo para o último dia é apostar contra a meteorologia e contra a paciência coletiva. O morador que antecipa, embala direito e coloca de forma organizada evita o efeito dominó: material encharcado, saco rasgado, item pesado virando obstáculo na calçada.
Quando a rua inteira começa a comentar “hoje passa” ou “acho que já foi”, a informação oficial vira ouro. Para dúvidas, os telefones informados são 4605-7276 e 4605-7279. É o caminho mais curto para confirmar orientação, setor e eventual mudança por causa de chuva.