Caieiras diz que tarifa segue em R$ 5,50 e nega decisão ou estudo pronto para reajuste em 2026

Enquanto tarifas subiam em vários sistemas da Região Metropolitana de São Paulo em 6 de janeiro de 2026, Caieiras registrou o caminho inverso: a prefeitura informou que não há decisão tomada, nem estudo técnico concluído, nem expediente administrativo sobre reajuste da passagem municipal para 2026. O valor atual, de R$ 5,50, segue o último reajuste de janeiro de 2025. Mudança futura dependerá de análises técnicas, econômicas e jurídicas, com rito legal. E promete informar moradores e imprensa se o tema avançar.
Publicado em Caieiras dia 7/01/2026 por Alan Corrêa

A Prefeitura de Caieiras (SP) informou ao Jornal Fala Regional, em 6 de janeiro de 2026, que não existe decisão, estudo técnico concluído ou expediente administrativo em andamento sobre reajuste da tarifa do transporte coletivo municipal para 2026, após questionamentos sobre possível aumento no início do ano.

Pontos Principais:

  • A prefeitura registra que não há decisão sobre reajuste tarifário para 2026.
  • Estudo técnico não está concluído sobre aumento da passagem.
  • Também não haveria expediente administrativo em andamento sobre o tema.
  • A tarifa informada permanece em R$ 5,50, associada ao reajuste de janeiro de 2025.
  • A gestão condiciona eventual mudança a análises técnicas, econômicas e jurídicas, com trâmite legal.

Pelo registro disponível, a passagem atualmente custa R$ 5,50, valor associado ao último reajuste informado pela administração municipal, datado de janeiro de 2025, e que permanece vigente enquanto não houver deliberação formal.

No posicionamento atribuído à gestão, o município afirma não haver qualquer definição formal sobre alteração do preço para 2026. Também sustenta que não há, neste momento, procedimento interno concluído que autorize uma revisão tarifária.

A prefeitura registra que eventual discussão futura sobre tarifa só poderia ocorrer depois de análises técnicas, econômicas e jurídicas, com observância dos trâmites legais. Não foi detalhada nenhuma metodologia, cronograma, responsáveis ou marcos administrativos.

Sem a etapa técnica-econômica e sem avaliação jurídica, não haveria base para deliberação. A formulação ressalta a necessidade de formalização e de rito administrativo antes de qualquer anúncio.

No mesmo dia, 6 de janeiro de 2026, usuários da Região Metropolitana de São Paulo passaram a pagar tarifas mais altas em diferentes modais e sistemas, conforme o registro reunido no material. O reajuste é descrito como abrangente e regional, com alcance para ônibus, trilhos e serviços intermunicipais.

Entre os serviços mencionados, constam os ônibus municipais da capital sob gestão da SPTrans, além de metrô, trens da CPTM e monotrilho. Também aparecem linhas de ônibus intermunicipais e o Corredor Metropolitano ABD, incluindo operações atribuídas à NEXT Mobilidade.

Ainda conforme informado a nossa redação, o reajuste na região também alcança ônibus municipais de Mauá e Ribeirão Pires. A referência funciona como contexto para o debate público, mas não é apresentada como fundamento para alteração automática em Caieiras.

No recorte municipal, o ponto central do posicionamento é a inexistência de deliberação formal para reajuste em Caieiras e a negativa de expediente administrativo em curso. O texto ainda afirma que, caso haja avanço em estudos ou decisões, a população e os órgãos de imprensa serão informados.

Para o usuário, o efeito prático descrito é objetivo: até que exista comunicação oficial com base em trâmites e análises, o valor de referência permanece em R$ 5,50, e qualquer mudança dependerá de ato formalizado pela administração.